Fazendo o “diabo” para manter a ladroagem no poder

.- . quinta-feira - 27/09/2018 Boca no Trombone

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Jair Bolsonaro deve ter jogado pedra na cruz. Nunca antes na História deste país um candidato foi tão massacrado e ainda lidera as intenções de voto. Enquanto o infeliz está lutando entre a vida e a morte no hospital, esquerdopatas estão fazendo o diabo para denegrir a sua imagem. Dizem que ele é uma ameaça a “Democracia” por ter sido Capitão do Exército na sua juventude. Porém, vale lembrar que o Exército Brasileiro jamais envergonhou a Nação, desde os Guararapes em 1649, data de sua fundação aonde negros, brancos e índios expulsaram o invasor holandês. Guerra do Paraguai, segunda grande guerra, missões de paz e pacificações. Principalmente organizações criminosas que proliferaram nos governos esquerdistas. Em 1964, quando o Brasil estava à deriva, imploraram para que o Exército evitasse o caos. E eles evitaram, não por dinheiro, mas sim pelo amor à Pátria. Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas. Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no Palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de Marechal e um apartamento em construção em Copacabana. Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas adoeceu, precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão. Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio. João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado, que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em estado lamentável de conservação. Não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas. Bem diferente dos tempos atuais, não é? Por exemplo, o Lulinha, filho do Lula, era até pouco tempo atrás funcionário do Butantã/SP, com um salário (já na peixada política) de R$ 1.200,00 e hoje é proprietário de uma fazenda em Araraquara, adquirida por 47 milhões de reais e, detalhe, comprada à vista. Centenas de outros políticos também trilharam e trilham o mesmo caminho. Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos os políticos, garanto que 95% não passariam, seria comprovado destes o enriquecimento ilícito. Como diria Boris Casoy: ‘Isto é uma vergonha’ e, pior, ninguém faz nada.” Recapitulando, o regime militar foi um movimento político de duplo escopo, surgido do temor do expansionismo soviético e do desejo de desenvolvimento nacional, que administrou o país com um regime de exceção e que, por um lado, teria impedido a implantação de um regime totalitário e, por outro, seria responsável pelo Brasil ter se tornado uma das maiores economias do mundo. Dentro deste prisma, listo algumas das realizações do regime militar: construção de hidrelétricas gigantescas como Itaipu, a maior do mundo, além de Tucurui, Ilha Solteira, Jupiá, São Simão, Emborcação, Volta Grande e outras; construção da ponte Rio-Niterói; construção do aeroporto Tancredo Neves; crescimento econômico de até 14% ao ano, sem desemprego, sem inflação, sem greves; criação de 13 milhões de empregos; criação do Pró-Álcool; ferrovia da soja; rodovia transamazônica; inúmeras outras obras que elevou o Brasil do 48º lugar no ranking econômico das nações para o 8º lugar. E tudo isso em 22 anos de governo. Por outro lado, analisando hoje, mais de 25 anos após o regime militar, querem emplacar na presidência um cidadão que, quando ministro da Educação, tentou emplacar o Kit gay para as crianças a partir dos seis anos de idade. Como prefeito de São Paulo proliferou a indústria das multas e agora, como candidato, tem como mandatário um presidiário condenado por ladroagem por uma dúzia de juízes das mais altas cortes do País, a maioria nomeados por ele próprio. Diante disso: temos ou não temos o eleitorado mais ordinário deste planeta?


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