Associados do Sicoob São Miguel economizaram R$ 155 milhões em 2019

.- . segunda-feira - 18/05/2020 Regional

Esse resultado é reflexo das taxas de juros praticadas pelo Sicoob que são, em média, 30% mais baratas do que a do mercado financeiro e a proporção da tarifa média 50% menor

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Quem é associado Sicoob São Miguel sabe que, ao final de cada ano, é realizada a divisão das sobras da cooperativa e, em 2019 não foi diferente. O montante creditado na conta de associados chegou a R$ 12,9 milhões o que reflete diretamente na economia local.

 

Conforme o presidente do Sicoob São Miguel, Edemar Fronchetti, o valor representa estabilidade, manutenção de empregos para diversas famílias, a continuidade do agronegócio, além da garantia de sustento para trabalhadores autônomos. “O ano de 2019 foi muito desafiador, mas também gratificante, pois muito do nosso trabalho de expansão da cooperativa, como por exemplo a ida para a cidade de Joinville, mostra que vale a pena empreender. Os resultados também começam a aparecer porque hoje, somos mais de 86 mil associados e mais de 600 profissionais, trabalhando dia a dia para levar a melhor solução financeira para o associado”, explica.

 

Segundo Fronchetti, a distribuição das sobras é um diferencial da cooperativa uma vez que, por meio de sistemas financeiros tradicionais, o associado não tem esse benefício. E por falar em associado, a economia que eles tiveram no último ano foi superior a R$ 155 milhões. De acordo com o presidente, esse resultado é reflexo das taxas de juros praticadas pelo Sicoob que são, em média, 30% mais baratas do que a do mercado financeiro. Além de que, a proporção da tarifa média da cooperativa é 50% menor, conforme base de informações do Banco Central do Brasil. Esses dados mostram que, mais uma vez, o Sicoob São Miguel se destaca positivamente em relação as outras instituições financeiras do país.

 

“Parte do nosso resultado ser expressivo também se dá, a partir do momento em que o cooperativismo passa a ter melhor visibilidade em nível nacional. Outro fato é que, em muitos locais onde os bancos não vão, as cooperativas de crédito estão instaladas, a exemplo de pequenos municípios no Oeste de Santa Catarina. Então, essa presença promove o cooperativismo e a inclusão financeira. Com isso a sociedade percebe o valor do cooperativismo para o desenvolvimento local”, finaliza Fronchetti.



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