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  • Pedido de Vagner Passos é atendido e Secretaria de Infraestrutura do Estado incluí asfalto de Linha Fátima no Programa de ações

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    A Secretaria de Infraestrutura do Estado por meio do Secretário da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira confirmou nesta última semana a inclusão do Projeto de pavimentação asfáltica para Linha Fátima, que somam mais de R$ 2 milhões para execução. Vagner Passos esteve em julho deste ano em Florianópolis entregando pessoalmente o pedido e plano de trabalho ao Secretário de Infraestrutura do Estado. O projeto de pavimentação asfáltica, incluiu drenagem e sinalização viária acesso a Linha Fátima município de São Miguel do Oeste - SC.

                Conforme o vereador, a obra será de grande relevância pois vai permitir maior facilidade no escoamento de produção, transporte de pessoas que dependem de atendimento de saúde, escolar, serviços entre outras necessidades básicas para a população. Ele acrescenta que a execução do projeto é de vital importância para o desenvolvimento do município e para melhorar a qualidade de vida, conforto e segurança dos usuários.

                    Para que o projeto seja incluso no Programa do Estado e que seja celebrado convênio, o município a partir de agora deve providenciar o cadastramento da proposta, anexar os documentos técnicos para que seja aberto um processo a ser encaminhado à Secretaria de Infraestrutura do Estado. Após aprovado, será empenhado, publicado e encaminhado termo de convênio para que o prefeito assine e então finalizado com o pagamento para o município. O pedido será baseado no Plano de Trabalho entregue pelo vereador, Vagner Passos. Os pagamentos no momento estão suspensos por conta do período eleitoral, porém a previsão é que deva retornar em dezembro para então iniciar as obras.

    21/09/2020 Leia...

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  • Sicoob São Miguel há mais de 10 anos mantém projetos ambientais

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    O Sicoob São Miguel tem em suas diretrizes o interesse pela comunidade, dentre as ações implementadas está a realização de projetos socioambientais. Neste dia 21 de setembro comemoramos uma data significativa, o Dia da Árvore. 

    Desde 2008 o Sicoob São Miguel vem dedicando esforços e recursos em projetos ambientais. Em parceria com Epagri, Polícia Militar Ambiental, escolas, prefeituras municipais, poder público, grupos empresariais e entidades da sociedade organizada, são planejados e estruturados projetos de preservação de nascentes, rios e mananciais na área de atuação da cooperativa.  

    A cada ano são investidos recursos da cooperativa após validado o orçamento de cada projeto e através dos parceiros o projeto é executado. Os proprietários, na grande maioria agricultores, em contrapartida dos materiais recebidos, como palanques, arames, tramas, catracas, entre outros, executam o serviço de implantação das cercas, seguindo as orientações da legislação ambiental. 

    Nesse período já foram implantadas mais de 120 Km de cercas implantadas somando todos os projetos. Isso já protege uma área de 55.000 m² aproximadamente, espaços que servem de corredor ecológico para animais das mais diversas espécies e principalmente o processo de recomposição da vegetação, num processo regenerativo. 

    Com toda essa parceria foram plantadas mais de 30.000 mudas de árvores nativas, lançadas muitos mix de sementes das espécies regionais, num amplo programa de educação ambiental. Mas percebe-se claramente que a natureza se regenera voluntariamente e de forma muito rápida, nascem árvores que os agentes da natureza distribuem, vento, água, aves e animais terrestres. 

    “Tudo isso impacta na qualidade da água e sua abundância, elemento essencial a vida de todos os seres. Buscamos a sustentabilidade, papel também da cooperativa, e, com a colaboração dos parceiros e proprietários aos poucos vamos transformando essa realidade, os números vão sendo anotados nos resultados das estatísticas, mesmo sabendo que ainda temos muito a fazer nesse propósito que é comum de toda comunidade”- destaca Edemar Fronchetti, presidente do Sicoob São Miguel. 

    Atualmente o Sicoob São Miguel mantém são 12 os projetos em andamento, todos no extremo oeste de Santa Catarina, beneficiando mais de 80.000 pessoas diretamente e indiretamente. Quase todos os projetos estão protegendo as bacias de captação da rede de água tratada e distribuída para a população. 

     

    21/09/2020 Leia...

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  • Partido dos Trabalhadores debate planejamento de campanha

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    O Partido dos Trabalhadores de São Miguel do Oeste realizou, neste sábado (19), reunião de trabalho para orientações sobre a campanha das Eleições Municipais 2020. Os pré-candidatos a vereador receberam instruções jurídicas, contábeis e de comunicação para a campanha eleitoral.

    O coordenador de campanha Juarez da Silva apresentou detalhes técnicos do período eleitoral, orientando o trabalho dos pré-candidatos a vereador Antoninho Hoppe, Carlos Roberto Scariot, Helena Tereza Petry, Lucilene Binsfeld, Lucineia Accadrolli, Márcio Santin, Maria Tereza Capra, Paulo Fergutz e Zaire de Souza.

    Para o pré-candidato a prefeito Adilson Pandolfo, este é um momento de ampla mobilização para gerar mudanças no município. “Precisamos trabalhar juntos, escutando a população, as demandas de cada setor da sociedade”, afirma. O pré-candidato a vice-prefeito Osmar Von Dentz reforça o interesse em trabalhar para gerar melhorias em São Miguel do Oeste: “Coloquei meu nome à disposição porque quero um município melhor”. 

    21/09/2020 Leia...

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  • Fábrica de Móveis Ghizzi comemora 20 anos

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    São Miguel do Oeste

     

    A Fábrica de Móveis Ghizzi, uma das mais tradicionais indústrias de móveis de São Miguel do Oeste, completou 20 anos no início deste mês. O proprietário, Lidemir Ghizzi, conta que em 05 de setembro de 2000 conseguiu realizar o sonho de ter a sua própria fábrica de móveis, após trabalhar por anos entre maravalhas como funcionários em outras empresas do ramo.  

    Em setembro de 2000, surgiu a oportunidade. “Adquiri um galpão no Distrito Industrial do Bairro Progresso e, com muita dificuldade, iniciei a fabricação de móveis planejados com a ajuda da família e um colaborador”, relembra. Hoje a empresa é formada por dois sócios gerentes e conta com nove colaboradores internos destinados à área de produção, atendendo toda a região Oeste de Santa Catarina e algumas cidades do Paraná e Rio Grande do Sul.

    A Móveis Ghizzi produz móveis planejados e sob medida para todos os ambientes da casa, como cozinhas, dormitórios, home theaters, home offices, áreas de serviço, áreas de festa, mesas e banheiros, além de móveis para ambientes coorporativos, como lojas e escritórios.

    A empresa oferece produtos com excelente acabamento e desenvolvidos especialmente, para satisfazer aos que buscam conforto e beleza, oferecendo produtos específicos e projetos personalizados para cada cliente, inovando sempre em cada detalhe. Os móveis são produzidos em MDF, cuja a característica principal é a flexibilidade, aonde é possível compor ambientes que se adaptam tanto ao espaço como a proposta de investimento e estilo de cada cliente.

    “Oferecer móveis projetados sob medida com inovação, sofisticação e qualidade, por intermédio de soluções eficazes e criativas para clientes de toda a região, mantém a empresa no mercado cada vez mais competitivo”, conclui o empresário. A empresa está instalada na Rua Arno Erich Schwambach, nº 792, na área industrial do Bairro Progresso, atendendo pelo telefone (49) 3621-2112.

     

    Foto: linha superior da esquerda para direita 
    Glaucio, Valdemir, Dirlei, Lorena, Lidemir, Cleci, Ricardo

    Linha inferior da esquerda para direita 
    Leonardo, Maicon, Giovani, Jociane

     

    18/09/2020 Leia...

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  • PSD oficializa nome de Trevisan como candidato a prefeito

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    Wilson Trevisan vai disputar a reeleição em São Miguel do Oeste. A candidatura do atual prefeito foi confirmada na convenção deste sábado. O candidato a vice-prefeito será o empresário Edenilson Zanardi, também do PSD.

    Na convenção, ficou definida, ainda, a coligação para a disputa da majoritária. A chapa formada por Trevisan e Zanardi terá o apoio de PSL, PDT, PSB, DEM e Republicanos. A adesão de outros partidos ao grupo está aberta.

    O PSD terá como candidatos a vereador Ana Arnold, Claudio Barp, Elias Araújo, Eloi Bortolotti, Iraci Morandi, José Claudir Xavier, Liane Sehnem, Luiz Carlos Marchetti, Marli da Rosa, Marlova Casemiro Leão, Nelvio Paludo, Paulo Drumm, Ravier Centenaro, Sisse Velozo e Vilmar Bonora.

    12/09/2020 Leia...

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  • Unoesc e AIC firmam parceria para disponibilizar produtos da Matacura na Clinivet

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    Produtos são usados na rotina da Clinivet e fornecidos às pessoas, que trouxerem seus animais para realizarem procedimentos

    SÃO MIGUEL DO OESTE

    O curso de Medicina Veterinária da Unoesc São Miguel do Oeste firmou uma parceria, neste mês, com a AIC Soluções Veterinárias, que produz as linhas de produtos Matacura, Cão Fiel e Saralogo. Segundo a coordenadora do curso, professora Daniele Beuron, a AIC é uma empresa séria e comprometida com a saúde animal. "A parceria garante benefícios mútuos, pois são produtos de ótima qualidade, que serão utilizados na rotina da Clinivet e também fornecidos às pessoas, que trouxerem seus animais para realizarem procedimentos clínicos, cirúrgicos, laboratoriais e de imagem", afirma a professora. 

    A AIC Soluções Veterinárias colocou um display expositor na Clinivet com produtos dermatológicos, antissépticos, cicatrizantes, antiparasitários e produtos de higiene e cuidado, que compõem o mix Matacura. O gerente de Produção, Suprimentos e de Marketing da AIC, Luiz Fernando da Silva, destaca que, por meio do compartilhamento de conhecimentos e experiências, é possível melhorar produtos, serviços e processos para conquistar maior competitividade e visibilidade. "Entendemos que a interação entre indústria e Universidade é fundamental para que acadêmicos, profissionais e a comunidade atendida pela Clinivet conheçam melhor os nossos medicamentos e soluções para a saúde e o bem estar dos animais de estimação", conclui o gerente. 

     

    Mix Matacura 

     

    O Mix Matacura é composto por sabonete, condicionador, xampu sarnicida e antipulgas para cães; spray desodorante, xampu e condicionador antipulgas para gatos; spray inseticida para ambientes; sabonete e xampu antisséptico, talco banho seco e xampu neutro para cães e gatos;  xampu antisseborreia oleosa em cães; além da pomada antisséptica e cicatrizante para cães, gatos e cavalos.

    Além do Mix Matacura, a AIC Soluções Veterinárias também trabalha com a linha de produtos Cão Fiel e Saralogo. 


    Legendas das fotos: Profissionais da AIC Soluções Veterinárias e a coordenadora do curso de Medicina Veterinária, profa. Daniele Beuron

    22/08/2020 Leia...

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  • Moisés: “Quando os catarinenses se unem, qualquer obstáculo pode ser superado

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    Em entrevista, governador de Santa Catarina defende modelo de combate à pandemia e destaca retomada econômica

    Santa Catarina foi um dos primeiros do país a adotar medidas de isolamento social, qual é a situação atual da evolução da Covid-19? Carlos Moisés da Silva - O Estado faz um trabalho de atendimento e prevenção para salvar o maior número de pessoas. Tão logo soubemos do primeiro caso de transmissão comunitária estabelecemos medidas de distanciamento social para que fosse possível achatar a curva de contágio. Enquanto isso, reforçamos a infraestrutura e implementamos medidas seguras para permitir uma retomada econômica com responsabilidade. Neste período, nós mais que dobramos a capacidade de leitos de UTI SUS adulto, que antes eram 547 e hoje são 1.183. Destinamos recursos aos hospitais filantrópicos de aproximadamente R$ 10 milhões por mês além do pactuado. Além disso, o povo catarinense compreendeu as medidas e agiu com responsabilidade. Quando os catarinenses se unem, não há obstáculo que não possa ser superado. Isso tudo foi fundamental para que Santa Catarina fosse considerado o Estado com a melhor gestão da pandemia. E como funcionou o diálogo com os municípios? Neste momento quem está com as rédeas da situação: o Estado ou os municípios? Moisés - Nesta fase atual, estamos fazendo uma gestão compartilhada com municípios. Disponibilizamos às prefeituras a base de inteligência de dados que utilizamos para monitorar a propagação do vírus em Santa Catarina. Essa ferramenta apresenta dados oficiais, atualizados e monitorados em tempo real para que as autoridades locais possam tomar medidas com embasamento científico. Estamos aportando recursos e equipamentos para os hospitais. O contágio da doença ainda é um desafio e, por isso, seguimos tomando decisões que priorizam a vida. Mas também precisamos ter equilíbrio com as ações econômicas. O que o Governo fará para recuperar a economia no nosso Estado? Moisés - Durante o primeiro ano de governo nos dedicamos a fazer a gestão financeira do Estado e arrumar a casa. Alguns dizíam que iríamos atrasar a folha, que não teríamos condições de investir. É a torcida do contra, que de vez em quando aparece para atrapalhar. Mas tratamos de economizar recursos, rever contratos e colocar as contas em dia em uma força-tarefa que gerou o melhor resultado da década na prestação de contas do TCE. Hoje é muito claro que tudo isso deixou o Estado muito mais preparado para enfrentar a pandemia. Tomamos as medidas certas na hora certa e isso nos permitiu a retomada das atividades rapidamente. A classe empresarial foi incluída neste processo? Moisés - Desde o início da pandemia mantivemos o diálogo com as lideranças empresariais. No dia 20 de março, apenas três dias após as primeiras medidas de isolamento, o Governo apresentou uma série de medidas para ajudar os cidadãos e as empresas a fazerem a travessia nesse momento difícil, com foco nas famílias de baixa renda. Há indicativos de que isso surtiu efeito? Já existem sinais de retomada? Moisés - Temos diversos indicativos. O Índice de Atividade Econômica Regional calculado pelo Banco Central mostra que crescemos 4,8% em julho. Nossa indústria teve um crescimento acima da média nacional pelo segundo mês consecutivo, 9% em junho e 6,1% em maio. No agronegócio, tivemos aumento da exportação de carne de frango, que faturou US$ 122,5 milhões em julho, um crescimento de 24,5% em relação a junho. Também tivemos neste primeiro semestre um saldo de novas empresas 11,8% maior que em 2019. O desemprego no Estado preocupa? Moisés - A economia de uma forma geral é uma preocupação hoje não só em Santa Catarina, mas no mundo inteiro. Sabíamos que a pandemia aumentaria índices de desemprego, mas mantivemos a menor taxa de desocupação do Brasil e temos o menor percentual trabalhadores na informalidade. Seguimos trabalhando firme para passar por esta crise da melhor forma possível. Quais as ações que estão sendo implementadas para melhorar a infraestrutura das rodovias estaduais? Moisés - No início de 2019, o Estado estava com 70% da malha viária ruim ou em péssimas condições, e trabalhamos para mudar essa realidade. O programa Novos Rumos contempla a retomada ou início de obras de infraestrutura em todas as regiões do Estado, com previsão de investimentos de mais de R$ 377 milhões, sendo boa parte desses investimentos com recursos próprios. Nos primeiros seis meses deste ano, aplicamos R$ 42 milhões em diversas obras por todas as regiões. Qual sua avaliação sobre o desfecho da CPI dos Respiradores? Moisés - Desde o início desse problema específico e pontual da compra dos respiradores, chamei a Polícia Civil para que investigasse, determinei a abertura de procedimento interno para apurar responsabilidades e orientei a PGE a buscar o ressarcimento desses valores pagos antecipadamente. Mudamos a cultura de jogar os erros para baixo do tapete. Isso não existe mais. Há transparência. Quando a CPI foi instalada, imaginei que pudesse ser uma aliada do Governo do Estado nesse esforço para apurar e corrigir, mas não foi bem isso que vimos. O relatório final traz ilações desconectadas da realidade, faz um contorcionismo argumentativo para envolver pessoas e tirar a credibilidade do governo do Estado. Alguns deputados cobram mais diálogo. Como você avalia essa cobrança? Moisés - O conhecimento que os parlamentares têm das regiões é importantíssimo. Conhecem detalhes de cada uma das demandas do cidadão. Eu gosto de ouvi-los e usar as informações para direcionar as ações de governo. Não tem nada mais produtivo para mim na política do que receber um deputado para tratar de demandas das regiões.

    22/08/2020 Leia...

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  • Ações do Sicoob ajudam nas vendas do Dia dos Pais

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    O volume de compras realizadas pelos associados do Sicoob São Miguel com cartões Sicoobcard via crédito e débito aumentaram 13% na primeira quinzena de agosto em comparação ao mesmo período de julho deste ano, com destaque para a semana do Dia dos Pais, na qual o ticket médio foi de R$ 126,00. 

    Segundo Patrícia Maldaner Sewald, gerente de produtos e serviços do Sicoob São Miguel, apesar do impacto da pandemia na economia, percebe-se o aumento do uso dos cartões. “Cada vez mais os associados têm percebido as vantagens de fazer as compras usando o cartão, pois é muito mais prático e seguro do que manusear dinheiro de papel. Por outro lado, as empresas também veem as vantagens de fazer vendas com cartões, pela segurança, praticidade, garantia do recebimento e ainda com opções para antecipar as vendas feitas no prazo”, destaca. 

    O Sicoob São Miguel tem realizado uma série de ações que fomentam o uso dos cartões e o recebimento pelos estabelecimentos comerciais através da máquina SIPAG. Dentre elas, as campanhas de prêmios “Suas Compras Valem Prêmios”, voltada para associados que utilizam os cartões Sicoobcard e “Suas Vendas Valem Prêmios”, voltadas para estabelecimentos que realizam vendas por meio da SIPAG.  

    Patrícia explica que o funcionamento das campanhas é muito simples e que muito associados já foram premiados. “O associado concorre automaticamente ao fazer compras pelo cartão Sicoob ou vender pela SIPAG. A campanha iniciou-se em junho e até o momento foram 160 ganhadores”, explica. 

    As campanhas vêm ao encontro de ações que a cooperativa tem desenvolvido no fomento aos negócios locais, “É importante destacar que se o associado comprar com o cartão Sicoob em uma maquininha SIPAG, ele ganha cupons em dobro. Mas as compras não se limitam apenas fisicamente na loja, pois com o aumento do uso de canais digitais, disponibilizamos soluções SIPAG para e-commerce e a venda por link de pagamento que pode ser enviada por whatsapp por exemplo”, destaca Patrícia. 

    Segundo Patrícia, os cartões Sicoobcard possuem funções muito úteis e práticas que geram mais segurança e ajudam a organização financeira. “Um grande diferencial de segurança é que por meio do aplicativo o associado pode gerar cartões virtuais, seja para compras recorrentes como Netflix e Spotify por exemplo, ou cartões individuais para compras online. Lançamos neste ano o programa Comprou, Zerou, no qual ao usar o cartão, o associado tem a possibilidade de zerar a anuidade. E apesar do Sicoobcard já praticar os menores juros do mercado, facilitamos o parcelamento da fatura em até 24 vezes, quando feita pelo App Sicoob”, finaliza. 

    Para saber mais sobre as vantagens dos cartões Sicoob acesse: www.sicoobcard.com.br e para mais informações sobre a SIPAG: www.sipag.com.br. Siga também o Instagram do Sicoob São Miguel @sicoobsmo e fique por dentro das novidades, campanhas e informações sobre a sua cooperativa. 

    17/08/2020 Leia...

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  • PL lança Nini Scharnoski como pré-candidato a prefeito São Miguel do Oeste

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    Em uma reunião na noite desta quinta-feira (13), que seguiu todos os protocolos de distanciamento e higiene, e contou com a presença do deputado estadual Mauricio Eskudlark, dos vereadores Everaldo Di Berti, Zé Giovenardi e Pingo Anonni, além dos pré-candidatos a vereador e lideranças do partido, o Partido Liberal (PL) de São Miguel do Oeste escolheu o nome de Nini Scharnoski como pré-candidato a prefeito de São Miguel do Oeste.

    Nini foi vereador por três mandatos, duas vezes presidiu a câmara e também foi presidente da Uvesc, e após não concorrer na última eleição colocou seu nome a disposição do partido e da comunidade migueloestina. “Foi um momento importante, de reflexão, são quase quatro anos onde pude avaliar o que fiz, onde posso melhorar e o que nossa cidade precisa, me sinto maduro e mais preparado”, avaliou Scharnoski.

    O deputado estadual Mauricio Eskudlark recebeu com entusiasmo o nome de Nini. “Teriamos outros bons nomes no partido, mas fico muito feliz pelo desejo e a disponibilidade do Nini, pois ele é um homem correto, trabalhador, humilde, sem vaidades, que sabe dialogar com todas as pessoas e está preparado para administrar São Miguel do Oeste”, destacou.

     

    14/08/2020 Leia...

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  • IMA lança ferramenta inovadora para o licenciamento ambiental

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    Desenvolvida internamente e sem custos, o projeto contou com a participação de servidor do IMA em São Miguel do Oeste

    Em um ato com a presença do governador Carlos Moisés, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) lançou nesta quarta-feira, 12, essa nova ferramenta digital que facilitará a prospecção de áreas para a instalação de empreendimentos no território catarinense. Por meio do site https://consultas.ima.sc.gov.br, será possível pesquisar diversas informações geográficas e ambientais do imóvel, por meio do módulo Relatório de Informações Geográficas.

    “Nosso governo trabalha com transparência. A ideia é facilitar a vida do cidadão, com simplicidade nas nossas ações. Quando um empreendedor quiser visualizar determinado imóvel e saber quais barreiras ele precisa transpor para fazer o seu investimento, essa ferramenta vai ajudá-lo. Não devemos criar dificuldades para vender facilidades”, afirmou o governador.

    O presidente do IMA, Valdez Rodrigues Venâncio, conta que o instituto tem feito um esforço para ampliar a gama de ferramentas à disposição dos catarinenses. Ele informa também que esse novo dispositivo aprofunda informações sobre todas as camadas disponíveis no terreno. “Cerca de 80% dos nossos licenciamentos hoje retornam para a fase de consultoria, para o empreendedor, por deficiência nas análises iniciais. Essa ferramenta vai ajudar muito para evitar esse tipo de situação. Queremos evitar esses detalhes mínimos, para termos uma análise ambientalmente e economicamente favorável”, diz Venâncio.

    Na opinião do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Siqueira, o objetivo do trabalho é desenvolver o sincronismo organizacional, com a ampliação da transparência: “Estamos criando esse sincronismo para que possamos ter o melhor ambiente de negócios no Brasil. Essa é a nossa missão e continuaremos trabalhando nesse sentido. Hoje já somos um Estado em que você abre uma empresa muito rápido, por exemplo”.

    O servidor do IMA participante do projeto, Anderson Staub, avalia que o principal benefício será no atendimento de dúvidas iniciais de encaminhamento,  e eventuais processos que seriam inviáveis não chegarão a ser apresentados no IMA: “Com isso os processos efetivamente apresentados estarão mais bem embasados,  refletindo em menos solicitações por parte do IMA para resolver estas pendencias de restrição. E nossos esforços serão mais efetivos resultando em celeridade com qualidade.”

     

    Saiba mais sobre a ferramenta

     

    Atualmente o IMA disponibiliza o link Consultas no site www.ima.sc.gov.br. Neste canal, todo cidadão já pode pesquisar diversas informações como se determinado empreendimento é licenciado ou não, para quantos processos foi concedida licença no mês, licenças válidas, laboratórios reconhecidos pelo Instituto, entre outros.

    A partir de agora o canal Consultas do IMA passa a oferecer um novo recurso, o módulo de Relatório de Informações Geográficas. Por meio desta ferramenta, o empreendedor pode anexar o mapa do empreendimento, submetendo o polígono da área, e o IMA vai elaborar um relatório, gerado automaticamente, de informações geográficas e ambientais do imóvel.

    Por exemplo, será possível verificar a posição do empreendimento em relação às áreas de marinha, terras indígenas, áreas de preservação permanente, unidades de conservação e outros locais protegidos. Também pode-se analisar se o imóvel onde há interesse em executar a obra não afeta nascentes ou outros recursos que inviabilizem o projeto.

    “O IMA tem desenvolvido uma série de ferramentas digitais que visam simplificar a vida do cidadão. Esta em específico, vem contribuir justamente nas restrições geográficas, sem custos e de forma imediata.”, comenta Anderson.

    O módulo de consultas, além de passar as informações da posição do empreendimento, ainda indica a legislação aplicável a cada caso, auxiliando consultores a identificar restrições ambientais.

    A medida visa trazer mais segurança jurídica aos empreendedores, pois permite uma visualização de restrições antes mesmo da formalização do projeto junto ao órgão ambiental, o que gera economia de recursos e tempo aos empreendedores.

    A ferramenta de tecnologia de informação foi desenvolvida pela equipe do IMA, sem custos diretos de desenvolvimento, e é uma importante inovação para o Estado de Santa Catarina. Pode ser acessada em https://consultas.ima.sc.gov.br.

    14/08/2020 Leia...

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  • EM 24 HORAS FORAM GERADOS 320 RELATÓRIOS EM NOVA FERRAMENTA DO IMA

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    Há apenas 24 horas no ar, já foram gerados 320 Relatórios de Informações Geográficas. Em um ato com a presença do governador Carlos Moisés, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) lançou nesta quarta-feira, 12, esta nova ferramenta digital que facilitará a prospecção de áreas para a instalação de empreendimentos no território catarinense. Por meio do site https://consultas.ima.sc.gov.br, será possível pesquisar diversas informações geográficas e ambientais do imóvel, por meio do módulo Relatório de Informações Geográficas.

    “Nosso governo trabalha com transparência. A ideia é facilitar a vida do cidadão, com simplicidade nas nossas ações. Quando um empreendedor quiser visualizar determinado imóvel e saber quais barreiras ele precisa transpor para fazer o seu investimento, essa ferramenta vai ajudá-lo. Não devemos criar dificuldades para vender facilidades”, afirmou o governador.

    O presidente do IMA, Valdez Rodrigues Venâncio, conta que o instituto tem feito um esforço para ampliar a gama de ferramentas à disposição dos catarinenses. Ele informa também que esse novo dispositivo aprofunda informações sobre todas as camadas disponíveis no terreno. “Cerca de 80% dos nossos licenciamentos hoje retornam para a fase de consultoria, para o empreendedor, por deficiência nas análises iniciais. Essa ferramenta vai ajudar muito para evitar esse tipo de situação. Queremos evitar esses detalhes mínimos, para termos uma análise ambientalmente e economicamente favorável”, diz Venâncio.

    Na opinião do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Siqueira, o objetivo do trabalho é desenvolver o sincronismo organizacional, com a ampliação da transparência: “Estamos criando esse sincronismo para que possamos ter o melhor ambiente de negócios no Brasil. Essa é a nossa missão e continuaremos trabalhando nesse sentido. Hoje já somos um Estado em que você abre uma empresa muito rápido, por exemplo”.

     

    Saiba mais sobre a ferramenta

    Atualmente o IMA disponibiliza o link Consultas no site www.ima.sc.gov.br. Neste canal, todo cidadão já pode pesquisar diversas informações como se determinado empreendimento é licenciado ou não, para quantos processos foi concedida licença no mês, licenças válidas, laboratórios reconhecidos pelo Instituto, entre outros.

    A partir de agora o canal Consultas do IMA passa a oferecer um novo recurso, o módulo de Relatório de Informações Geográficas. Por meio desta ferramenta, o empreendedor pode anexar o mapa do empreendimento, submetendo o polígono da área, e o IMA vai elaborar um relatório, gerado automaticamente, de informações geográficas e ambientais do imóvel.

    Por exemplo, será possível verificar a posição do empreendimento em relação às áreas de marinha, terras indígenas, áreas de preservação permanente, unidades de conservação e outros locais protegidos. Também pode-se analisar se o imóvel onde há interesse em executar a obra não afeta nascentes ou outros recursos que inviabilizem o projeto.

    O módulo de consultas, além de passar as informações da posição do empreendimento, ainda indica a legislação aplicável a cada caso, auxiliando consultores a identificar restrições ambientais.

    A medida visa trazer mais segurança jurídica aos empreendedores, pois permite uma visualização de restrições antes mesmo da formalização do projeto junto ao órgão ambiental, o que gera economia de recursos e tempo aos empreendedores.

    Com o módulo de Consultas, espera-se uma redução de projetos deficientes que são protocolados no órgão ambiental. Com isso, o licenciamento como um todo deve ganhar mais celeridade.

    O IMA já disponibiliza um sistema de informações geográficas (GeoSEUC), porém, até então, o empreendedor apenas incluía suas camadas, que representam recursos como bacias hidrográficas, unidades de conservação, áreas de preservação permanente, entre outros, e visualizava outras do banco de dados do órgão ambiental por conveniência, sem a geração de relatórios e sem a quantidade de informações que será repassada a partir de agora.

    A ferramenta de tecnologia de informação foi desenvolvida pela equipe do IMA, sem custos diretos de desenvolvimento, e é uma importante inovação para o Estado de Santa Catarina. Pode ser acessada em https://consultas.ima.sc

    13/08/2020 Leia...

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  • Sicoob São Miguel e Vibra firmam convênio no RS

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    O Sicoob São Miguel atua no Rio Grande do Sul desde o final de 2018, atualmente são 9 agências no estado que atendem associados pessoa física, empresas e agronegócio. A cooperativa que em 2020 completou 31 anos de fundação reconhece muito bem a importância de firmar parcerias que contribuam para a realização do seu propósito de promover a justiça financeira e gerar prosperidade onde atua. 

    A Vibra é uma organização de referência mundial na avicultura, atuando em mais de 50 países na produção e comercialização de proteína de frango com as marcas Nat e Avia. Possui 14 unidades no Brasil e uma rede de mais de 700 famílias de produtores integrados que atuam no processo de criação de frangos. 

    Com o objetivo de fomentar a cadeia produtiva do Rio Grande do Sul, o Sicoob São Miguel e a Vibra assinaram recentemente convênio de cooperação técnica e financeira, que propiciará a concessão de financiamentos aos produtores e granjas integradas. 

    As linhas incluem recursos para todo o ciclo produtivo e atividades rurais, como a automação, adequação, construção e modernização de instalações e benfeitorias, aquisição de máquinas e equipamentos, investimentos em infraestrutura, que visem o beneficiamento, a armazenagem, o processamento e a comercialização da produção agropecuária. 

    Segundo Wilson Schmidt, gerente administrativo da Vibra, o convênio é um passo importante que reflete a valorização do segmento. “Nossa atuação considera a sustentabilidade em todas as relações como um diferencial, além do suporte técnico permanente que a Vibra oferece aos seus produtores integrados, estamos comprometidos em firmar parcerias que tragam ainda mais benefícios para as propriedades rurais”, destaca. 

    Segundo Edemar Fronchetti, presidente do Sicoob São Miguel, a cooperativa tem firmado diversas parcerias com cooperativas, entes públicos, grupos empresariais e agroindústrias nos três estados de atuação. “Temos trabalhado para ampliar nossa capilaridade e estas parcerias vem ao encontro disso e do nosso propósito. Diversos convênios que iniciamos local tem se expandido para parcerias nacionais, permitindo que todas as cooperativas do Sistema Sicoob se tornem parceiras destas organizações, isso é muito bom, pois conseguimos atender ainda mais pessoas e ser um suporte financeiro para o desenvolvimento das nossas comunidades”, explica Fronchetti. 

    13/08/2020 Leia...

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  • Alesc, Adjori/SC e ADI/SC assinam convênio para levar informação à população

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    Estas colunas - que serão produzidas pelos jornalistas da Diretoria de Comunicação Social da Alesc - trarão informações de utilidade pública e notícias relativas às atividades legislativas de interesse dos catarinenses. "Não é propaganda, não é publicidade, é informação", ressaltou a diretora de Comunicação Social da Alesc, Lucia Helena Vieira.

    "Temos um respeito muito grande pela imprensa e essa é uma forma de fortalecer esses veículos e uma demonstração do quanto a Assembleia acredita e valoriza a notícia verdadeira, autêntica, isenta e precisa publicada por veículos reconhecidos", destacou o presidente da Assembleia, deputado Julio Garcia (PSD).

     

    Benefício mútuo

    Na avaliação do presidente da Adjori/SC, José Roberto Deschamps, jornais e Assembleia serão beneficiados. "O convênio vem colaborar com as empresas, que vivem momento atípico financeiramente, com dificuldades, e é uma oportunidade da Assembleia levar aos catarinenses as ações que faz, uma forma de dar transparência à população", afirmou Deschamps, que destacou o alcance dos jornais da associação como uma vantagem.

    "Esse credenciamento é um estímulo para que os veículos de comunicação se aproximem um pouco mais das pautas do Legislativo e façam essas informações chegarem com maior capilaridade, porque os nossos jornais estão situados em várias regiões do Estado", concluiu.  

     

    Elo com a comunidade

    O presidente da ADI, Lenoires da Silva, disse ver o convênio como "um elo muito importante entre o Poder Legislativo e a comunidade" e também ressaltou o poder das publicações de levar mais longe o que ocorre na Assembleia.

    "Os jornais conseguem transmitir lá no interior os fatos que acontecem, as notícias e a tramitação das matérias da Assembleia Legislativa direto com o público leitor", avaliou. "É uma importância muito grande para nós, como veículo de comunicação, e uma oportunidade para que a Assembleia chegue mais próximo do nosso público", completou.

     

    Credenciamento

    Nos próximos dias, a Assembleia Legislativa vai publicar um edital e os jornais interessados em participar do convênio terão que se credenciar e estar em dia com os tributos municipais, estaduais e federais. A ADI e a Adjori/SC ficarão responsáveis tanto pela distribuição do material quanto pelo recolhimento dos comprovantes de veiculação e das notas fiscais para que a Assembleia possa pagar pelo serviço.

    13/08/2020 Leia...

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  • Novo posto de saúde do São Sebastião já está funcionando Construção da unidade foi apontada pelos moradores como maior prioridade do bairro, durante as reuniões do programa “O Povo Fala”

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    A população do bairro São Sebastião conta, a partir de hoje, com um novo posto de saúde, bem mais amplo e adequado às necessidades. O prefeito, Wilson Trevisan, acompanhado de algumas lideranças, fez uma vistoria no espaço na manhã desta segunda-feira (10). A obra foi executada com recursos do Fundo Nacional de Saúde, angariados por intermédio do senador Esperidião Amin, e contrapartida do Município.
    A construção da unidade foi definida pelos moradores como a maior prioridade do bairro, durante as reuniões do programa “O Povo Fala”, tendo em vista a precariedade das instalações antigas. A ampliação da creche e o calçamento de algumas ruas são outras prioridades da localidade, também já atendidas.
    A nova unidade de saúde está localizada nas proximidades da Associação do Besc, e foi construída numa área de 454m², recebendo quase R$ 1 milhão de investimento. A obra contempla 14 salas, banheiros e recepção, para atendimento das mais de 3.200 pessoas cadastradas, residentes no próprio bairro, e também nas linhas Três Curvas, Jacutinga Arroio Veado, Juvêncio, Bela Vista das Flores, Tupancy, Pinheirinho e Loteamento Colina.
    Uma equipe de doze pessoas estará atendendo na nova estrutura. O atendimento segue no horário das 7h30min às 11h30min, e das 13h às 17h.

    10/08/2020 Leia...

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  • FRENTE DEMOCRÁTICA

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    FRENTE DEMOCRATICA DEFINE PRÉ CANDIDATOS A PREFEITO DE SÃO MIGUEL DO OESTE.

    Em reunião realizada na noite desta quarta feira (05/08) a Frente
    Democrática decidiu pela indicação do Advogado Adilson Pandolfo e do
    Empresário Moacir Tomazel como pré-candidatos a Prefeito de São Miguel
    do Oeste. A definição de quem será o candidato a Prefeito e a Vice será
    tomada nas próximas semanas.
    As pré candidaturas surgem a partir de um consenso construído entre os
    Partidos que compõe a Frente Democrática e tem como objetivo construir e
    apresentar um projeto novo e alternativo tendo como referência a defesa da
    Democracia, a participação popular, o desenvolvimento econômico e social
    sustentável, a inclusão social, e o respeito as diferentes classes sociais a partir
    de um diálogo franco com todos os setores.

    06/08/2020 Leia...

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  • Para ouvir demandas do setor industrial, presidente da Fiesc visita Extremo-Oeste

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    Mario Cezar de Aguiar esteve em São Miguel do Oeste no início desta quinta-feira, 27, e concedeu entrevista à Rádio 103 FM

    Extremo-Oeste

    O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, cumpre roteiro no Extremo-Oeste nesta quinta-feira (30). Em passagem por São Miguel do Oeste, acompanhado do vice - presidente Astor Kist, do coordenador do SESI Ivanor Finatto diretor do SENAI Geferson Luiz dos Santos e presidente Fabrizio Machado Pereira Aguiar atendeu a imprensa local e concedeu entrevista à Rádio 103 FM. Aguiar disse que as indústrias da região são de suma importância para a economia catarinense e o objetivo da visita é ouvir quais são as demandas do setor e como as indústrias enfrentam a pandemia. Em uma pesquisa divulgada no início da semana consta que uma em cada cinco empresas catarinenses pretendem investir em seus negócios. Aguiar frisa que esse resultado é o significado de coragem e otimismo dos empreendedores do estado, garantindo a recuperação da economia.Outro fato que mantém a economia do estado progredindo, segundo Aguiar, é que embora alguns setores da indústria tenham sofrido perdas com a pandemia, outros registraram altas superiores as registradas no mesmo período de 2019. Questionado sobre possíveis cicatrizes deixadas pela pandemia, Aguiar diz que o que pode ocorrer é uma mudança comportamental e salienta que as indústrias devem se adaptar a nova realidade que se estabelece. Mario Cezar de Aguiar deixou São Miguel do Oeste e se deslocou para a fronteira, visitando indústrias de Guarujá do Sul e a Aduana de Dionísio Cerqueira. 

    30/07/2020 Leia...

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  • Sicoob São Miguel: o sonho de 34 agricultores completa 31 anos

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    São Miguel do Oeste/SC, 25 de julho de 1989, às 9 horas da manhã, nesta data nascia a Cooperativa de Crédito Rural São Miguel do Oeste, na época conhecida como Credi São Miguel. A partir da união e necessidade da classe rural da região, representados por 34 agricultores, tiveram a coragem e bravura em tempos difíceis de fundar uma instituição que se tornaria o alicerce para produtores rurais que não tinham acesso a linhas de crédito para o fomento de suas atividades no campo.

    No início a cooperativa atendia com sala, mobiliário e funcionários emprestados da Cooper São Miguel, também não possuía sistema próprio, tudo dependia de convênios com outras instituições, a exemplo da compensação de cheques, que para evitar gerar despesas para os associados, os funcionários todos os dias visitavam os principais estabelecimentos do comércio para comprar os cheques de volta, evitando uma despesa que não se tinha recurso para pagar.

    Quando se integrou ao Sistema Sicoob, a cooperativa passou a se chamar Sicoob São Miguel e em 2007 aprovou a livre admissão de associados, permitindo que empresas e pessoas que não tinham atividade econômica ligada ao meio rural também pudessem tornar-se associados e com isso, acelerou o crescimento da cooperativa. Outros fatores que também impulsionaram o crescimento ao longo do tempo foram a expansão no estado do Paraná, incorporações na região de Joinville e Indaial e recentemente a ampliação da atuação para o estado do Rio Grande do Sul.

    Jaimir José Balbinot, sócio fundador e atual diretor de negócios do Sicoob São Miguel, lembra com nostalgia de muitas histórias, fatos que ocorreram, momentos de dificuldades, pontos de virada e o sentimento de orgulho de ver um sonho compartilhado se tornar realidade. “Muitos nos questionaram, tiveram preconceito, diziam ‘o que um monte de colono tem na cabeça em querer fundar um banco?’ Realmente, tivemos que aprender muita coisa, mas nunca nos deixamos abater, ‘arregaçamos as mangas’ e fomos trabalhar, nos profissionalizamos e conquistamos nosso espaço, aceitação e respeito. É emocionante estar aqui desde o começo e ver o quanto a cooperativa tem contribuído, não só para o meio rural, que foi de onde viemos, para todos os setores e pessoas na sociedade”, destaca Balbinot.

    Segundo Edemar Fronchetti, presidente do Sicoob São Miguel, a sociedade vive em um momento delicado e de incertezas, porém são nesses momentos que as pessoas se unem para superar dificuldades, sobreviver e prosperar. “Nunca se falou tanto em cooperação, colaboração, apoiar-se, respeitar o outro. As dificuldades vêm e vão e nessas horas vemos a importância de termos com quem contar. Esse é o propósito no qual nossos fundadores acreditaram quando ousaram investir neste sonho: que a cooperativa se tornasse um alicerce, uma segurança, que estivesse aqui, como uma grande família que acolhe os seus quando estes mais precisam”, enfatiza Fronchetti.

    Devido a cenário atual, neste ano a cooperativa não fará eventos comemorativos, a celebração será diferente, sem abraços, sem apertos de mão, sem confraternizações, não ocorrerão atos festivos, no entanto a memória, o orgulho o reconhecimento à essa história de sucesso e cooperação será lembrada por meio de vídeos e depoimentos de quem faz parte dessa história. “Este é um momento para reconhecer e lembrar daqueles que mesmo desacreditados naquela época sonharam, trabalharam e se dedicaram, com humildade, respeito e transparência e também aos que hoje comprometidos com esse propósito fazem do Sicoob São Miguel uma das maiores e melhores instituições financeiras cooperativas do Brasil”, finaliza Fronchetti.

     

    Números do Sicoob São Miguel – junho/2020

    - 86.808 associados

    - 44 agências em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul

    - 596 profissionais diretos e indiretos

    - R$ 1.72 bilhão em Ativos diretos e indiretos administrados

    - R$ 1.155 bilhão em Depósitos Totais

    - R$ 1 bilhão em Operações de Crédito

    - R$ 18 milhões em Sobras acumulas no 1º semestre de 2020

    18/07/2020 Leia...

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  • MAIS TRANSPARÊNCIA

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    A transparência na administração pública diariamente é questionada, seja pelo cidadão comum, seja pela mídia e veículos de comunicação em geral, no que diz respeito à falta de informação sobre os atos praticados por seus gestores, o que via de regras acaba por não contribuir objetivamente para a melhoria da relação entre o cidadão e o município, enquanto agente detentor da competência para oferecer serviços de natureza pública. Com isso, mesmo tendo o seu direito garantido constitucionalmente à publicidade dos atos praticados na administração pública, o cidadão fica tolhido da sua condição de observador da eficácia e do controle dos atos administrativos, o que tem transformado a máquina pública numa verdadeira caixa preta, deixando a sociedade alheia aos seus direitos e deveres no que tange a sua relação com a administração pública. A ampla publicidade dos atos administrativos em jornais com grande circulação daria ao cidadão o direito de acompanhar, os atos praticados e a possibilidade de combater uma diversidade de mazelas da administração pública, entre elas podemos destacar a corrupção, que tanto dano tem produzido para os municípios.

    17/07/2020 Leia...

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  • Meio milhão na conta do Hospital Regional do Extremo Oeste

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    Valor de R$ 500 mil foi destinado pelo Senador Jorginho Mello através do deputado Mauricio Eskudlark e bancada municipal do PL

    O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso recebeu na última terça feira (14) o valor de R$ 500 mil, através de emenda parlamentar do Senador Jorginho Mello, viabilizada pelo deputado Mauricio Eskudlark e os vereadores do PL do município, Everaldo Di Berti, José Giovenardi, e Milto Annoni.

    Os recursos provenientes do ministério da saúde foram depositados na conta da prefeitura municipal através do Fundo Municipal de Saúde, para que de forma mais célere possa auxiliar a população no combate a Covid-19 (coronavirus) e outras enfermidades.

    De acordo com Eskudlark, o senador Jorginho Mello tem se mostrado uma liderança ativa e preocupada com a região. “Nossa bancada municipal levou o pleito ao senador que prontamente atendeu, este recurso não vai beneficiar somente São Miguel do Oeste como toda a região, fortalecendo ainda mais o excelente trabalho desenvolvido pelo hospital regional”, destacou.

    16/07/2020 Leia...

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  • Coronavírus: muitos erros, nenhum acerto, e o paroxismo da estupidez

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    Durante uma epidemia de peste na Itália, em 1629, que à época era o lugar da mais avançada medicina do mundo, eram recomendadas, para afastar os maus espíritos, preces, confissões, promessas, penitências, sangrias, cristais de arsênico nos pulsos e têmporas, saquinhos de pedras preciosas sobre o coração, unguentos a partir de excrementos de animais com mostarda, pó de vidro, terebentina e cebola.

    Ou então cauterização de bubões com ouro ou ferro incandescente — após cobri-los com folhas de repolho e cortá-los, o sangue era sugado por três sanguessugas, e a incisão era posteriormente tapada com pombo esquartejado ou galo depenado. 

    Transpondo no tempo, relativizando e levando em conta todas os progressos sociais e tecnológicos adquiridos dessa época até hoje, parece que não mudou muita coisa quando a humanidade enfrenta um evento para o qual não tem resposta pelo método científico.

    A verdade é que, na atual pandemia, as populações, aterrorizadas por inconsistentes chavões repetidos por uma mídia avassaladora, a maioria por puro palpite e interesse – e explicitamente desvinculada de orientação científica e profissional competente, isenta e pragmática —, submetem-se a uma ditadura de condutas em que os que menos são ouvidos são os conhecedores da matéria

    Assim como todos são técnicos de futebol, agora todos palpitam sobre como melhor combater o coronavírus, principalmente quem menos entende do assunto: midiáticos, políticos, juízes. 

    Além de falarem sandices, sempre com muita segurança e desenvoltura, ainda propõem bizarras punições por supostas infrações a regras inúteis ou prejudiciais (mais sobre isso abaixo).

    A divulgação de notícias não obedece a outro critério que não seja o bombardeio com números absolutos: não há grupo de controle, não há comparação com outras doenças, não há determinação de comorbidades, as estatísticas são cheias de vieses, confundem positividade com doença ativa, e ainda fazem as pessoas pensarem que só esse vírus mata, desconsiderando milhares de outras causas mais frequentes. 

    Até mesmo a divulgação da taxa de mortes por milhão de habitantes, que seria um tanto mais honesta, é suprimida por motivos ideológicos.

    Nunca houve na história da humanidade um histerismo tão focado em um único fato. Desconsideram as piores consequências das medidas que tomam, como a criminosa destruição da economia e seus subprodutos: desemprego, desespero, miséria, depressão, fome, suicídio, neuroses em crianças e adultos, soltura de bandidos perigosos, infartos crescentes, atropelamentos, assaltos, violência doméstica, brigas de vizinhos, intensificação de fumo, álcool, drogas e mais, todas conhecidas condições alavancadoras de óbitos (confira fatos e dados médicos aqui). 

    Se forem computadas mortes por esses desfechos sobre a população, certamente superarão aquelas causadas pelo vírus. 

    Mas como tais efeitos são ofuscados pelo espetáculo televisivo, para a grande mídia e políticos oportunistas não interessa computar.

    A verdade sobre vírus

    Eis o que, aparentemente, todos se recusam a aceitar. Há apenas duas maneiras de se derrotar um vírus: imunidade natural e vacinas.

    E só.

    Destruir empresas e empregos, obrigar todo mundo a ficar trancado em casa, e proibir as pessoas de se aproximarem nunca foi cura para vírus em nenhum lugar e em nenhum momento da história do mundo.

    Para todos os vírus que atacam humanos, nossas únicas defesas são a prevenção e o nosso próprio sistema imunológico.

    Um vírus não é um miasma, uma sarna, um piolho. Não há como fazer uma "guerra nacional" contra um vírus. Vírus desconsideram fronteiras, decretos, éditos, ordens políticas e, principalmente, diplomas de "especialistas".

    Um novo nível de compreensão sobre os vírus foi observado na década de 1950 e codificado na década de 1970 (eis um ótimo livro sobre o assunto para leigos). Para a grande maioria dos vírus, nem todas as pessoas precisam ser infectadas para se tornarem imunes, e nem todas precisam de uma vacina caso ela seja descoberta. A imunidade é alcançada quando uma determinada porcentagem da população já contraiu alguma forma do vírus, com ou sem sintomas. E então o vírus efetivamente morre.

    A aceitação deste fato possui implicações importantes, pois significa que a fatia vulnerável da população pode se isolar durante os dias ativos do vírus, e então voltar à vida normal tão logo a "imunidade de rebanho" tenha sido alcançada por meio da infecção de uma fatia da população não-vulnerável.

    É por isso que, historicamente, o conselho médico para os idosos sempre foi o de evitar aglomerações em épocas de gripe (inverno). E é também por isso que grupos não-vulneráveis se infectarem e se curarem sempre foi algo positivo.

    Entendido isso, vale enfatizar que o curso de toda epidemia depende de três condicionantes: 

    1) adaptação do agente infeccioso a vários locais e climas; 

    2) suscetibilidade individual e resistência imunológica; 

    3) medidas preventivas e terapêuticas adequadas. 

    A verdade é que, na atual pandemia, as três condições são pouco conhecidas, por falta de experiência prévia, já que se trata de um novo agente. Porém, levando-se em conta aspectos gerais de outros surtos epidêmicos, é certo que algumas condutas não apenas não se justificam, como, pior ainda, prejudicam. 

    Nenhuma das medidas que têm sido aplicadas possui qualquer respaldo científico. Nunca foram comparadas com outras. Representam puro palpite e deixam impunes os autores ao destruir a vida de milhões de pessoas. Ninguém é responsabilizado. Não há nenhum estudo acadêmico comprovando irrefutavelmente que o lockdown é a maneira mais garantida de se combater uma epidemia. A única tentativa apresentada foi um modelo epidemiológico completamente fraudulento criado por Neil Ferguson, do Imperial College de Londres, que previu que 2,2 milhões de americanos morreriam a menos que o governo decretasse imediatamente a quarentena de toda a população (sendo que o próprio Ferguson caiu em desgraça e renunciou). 

    Na prática, era um modelo muito mais matemático que biológico. E, para completar, a instituição possui vinte anos de histórico pavoroso, e suas previsões sempre se revelaram astronomicamente erradas. A própria imprensa britânica não se cansa de ridicularizá-los.

    Ou seja, os governos embarcaram em um grande experimento de controle social baseados em teorias não-comprovadas e utilizando métodos não-testados.

    E, como já apontado, após quatro meses de pandemia mundial, já há evidências concretas de que o lockdown não altera o número de mortos per capita. Estatísticos não conseguem encontrar nenhuma diferença de excesso de mortalidade entre os países que se trancaram e os que não.

    A política de saúde, portanto, começou errada e continua errada, prolongando o surto e, pior, suas mais maléficas consequências, citadas acima.

    Eis alguns desastres.

    Confinamento

    Levando-se em conta a sazonalidade, exageraram num isolamento social em pleno verão, quando o contágio era mínimo, exauriram a paciência da população, que, agora no inverno, quando poderia ser mais necessário, põe em dúvida essa medida. 

    Absurdamente obrigaram as pessoas a confinarem-se em apartamentos pequenos, mal ventilados, sombrios, enquanto os parques e praças ensolarados, melhor local para combater o vírus, eram fechados, sem nenhuma explicação razoável, simplesmente porque não há explicação razoável para isso. 

    Exageraram, com desavergonhado espírito de imitação, em medidas idênticas às tomadas no norte da Itália, em uma realidade climática e social diferente da nossa. Se é preciso manter um distanciamento social devido ao contágio, que se limitasse razoavelmente a presença nesses locais, com conveniente afastamento. 

    Quase proíbem de andar nas ruas, mas permitem que passageiros se aglomerem, encostando-se em ônibus superlotados, pois a frota é insuficiente para a demanda. Nesse caso, curiosamente, não há controle de entrada.

    Máscaras

    O grande engodo. Viraram estereótipo universal, com sua ausência sendo punida como invocação do diabo na Idade Média, verdade única inapelável. 

    Leigos convertidos consideram prepotente quem não as usa na rua. 

    Entretanto, essa consideração decorre de ignorância. O certo é que máscara só serve para evitar perdigotos, mas nem o mais eficiente perdigoteiro os emite a mais de metro. Então não têm serventia fora de aglomerações intensas. 

    Lavar as mãos, manter distância conveniente, evitar contato físico suspeito é muito mais eficiente. 

    Máscaras não protegem contra o vírus, como a grade mídia apregoa e, ao contrário, se a atmosfera contiver vírus, eles se concentram ao redor da boca. Para piorar, máscaras prejudicam a respiração, pois o ar expirado, rico em dióxido de carbono, é re-inalado, o que aumenta a acidificação do sangue e favorece o vírus. 

    Correr de máscara, então, é um absurdo fisiológico: mais gás carbônico é absorvido em um momento em que o organismo precisa de mais oxigênio. 

    Como a máscara só serve para evitar perdigoto até um metro de distância, é triste ver incautos caminhando mascarados numa rua deserta ou a usando sozinho dentro de um automóvel. É um atentado à saúde pública e ao bom senso. 

    Como a ignorância grassa, talvez os ferrenhos doutos que obrigam a usá-las não saibam disso. Se souberem, é má intenção para fingir que estão tomando providências.

    Achatamento da curva 

    Toda epidemia tem início, pico e fim. É a inexorável história natural. 

    Como já dito acima, uma epidemia não cessa enquanto a maioria da população não se imuniza ou naturalmente ou por meio de vacina. 

    Como não há vacina para o novo coronavírus, a epidemia não cessará enquanto o contingente populacional necessário não adquirir imunidade. 

    Logo, tentar forçar um antecipado "achatamento da curva" só consegue de fato alcançar dois propósitos:

    a) proteger o sistema de saúde estatal, sucateado e depredado, deixando mais tranquilos os políticos, que sempre estão pedindo "mais tempo" para aparelhar os hospitais, e que utilizam sua própria incompetência administrativa como desculpa para prolongar a quarentena (quando foi que você ouviu dizer que o SUS não estava perto da capacidade máxima?); 

    e, pior,

    b) prolongar a agonia da população com uma epidemia que não passa.

    Acreditam que é possível fugir da realidade de uma pandemia sem vítimas. 

    previsão do tal "achatamento da curva" só empurra a pandemia para a frente e é isto que está acontecendo. A OMS, além de comprometida com a China — pois escondeu a divulgação da doença, permitindo que milhões de chineses invadissem os Estados Unidos e a Europa —, com toda a sua tranquila incompetência agora anuncia a tragédia já prevista, a segunda onda, resultado de medidas mal conduzidas. 

    Já passou da hora de descartar esses ilusionistas a serviço da destruição do Ocidente

    Agressão a direitos humanos

    As pessoas perderam o direito à autonomia, viraram robôs conduzidos pela vontade de políticos de segunda e terceira categoria que só visam a benefícios eleitorais, eficazes na prepotência de proibir, mandar, obrigar, punir, multar. 

    As medidas discricionárias e autoritárias que estão tomando significam perigoso controle social caso não haja alguma contra-reação. 

    A desculpa de sempre é "proteger a saúde do povo". Uma clara mentira, pois, como visto, as medidas tomadas não têm a menor comprovação científica e muitos dos mais expressivos imunologistas e epidemiologistas, até prêmios Nobel, que não são ouvidos, as condenam definitivamente. Um acinte. 

    Inacreditavelmente, há prefeituras, como a de Porto Alegre, que anunciaram multas a pessoas com mais de sessenta anos que forem flagradas cometendo o "crime" de estarem andando na rua. Essa grotesca estultice, além de claramente inconstitucional e monstruosa, atenta contra o mais básico direito de liberdade do ser humano. Além de ignorante sobre fator de risco, não sabe ser o fator biológico o que fragiliza a pessoa e não a idade saudável. 

    Ainda mais contraditório: essas mesmas autoridades que proíbem, com penas legais previstas, discriminar por raça, sexo, religião e política, não veem problema nenhum em discriminar por idade. Para eles, isso não só é permitido como também virou compulsório.  

    O prefeito deveria saber que nenhum decreto municipal, a que título for, pode retirar direito constitucional. Dizem proteger os velhos, mas apenas os estigmatizam. Se o objetivo fosse proteger por grupo de risco, então deveriam identificar e proibir a circulação de hipertensos, diabéticos, sedentários, enfisematosos, fumantes, bronquíticos, cardiopatas e outros com maior risco do que a idade (mas, por favor, não vamos dar ideias…). 

    Quase todos os velhos que pegam coronavírus são os muito idosos, incapacitados, amontoados em asilos, isolados, como todos dizem que deve ser; e não os que caminham na rua. (Curiosidade: no estado de Nova York, 88% dos hospitalizados com Covid-19 estavam cumprindo a quarentena horizontal: 66% em casa e 22% em asilos e casas de repouso).

    Com efeito, a maioria das pessoas no comando de grandes empresas, nos postos mais altos do governo, nos ministérios, no parlamento, no judiciário, nas universidades encontra-se na faixa etária considerada "de risco", até o presidente da república. Como a lei é igual para todos, deveriam ir para casa. Terão coragem de multar o desembargador de 65 anos, o deputado de 70, o empresário de 75, o coronal de 61, o médico de 80? 

    A pergunta é claramente retórica, pois receberiam um processo por assédio moral, constrangimento ilegal e abuso de autoridade. 

    Custo social

    Desvirtuando a história natural de uma epidemia – para se blindarem da malversação gerencial de recursos —, querem evitar o inevitável, fazendo a imensa maioria da população desassistida pagar uma conta que não contraiu. 

    Empresas falidas, desemprego e desesperança geram outros males, como vimos, e provocam mais mortes. Funcionários públicos que estão em casa em férias remuneradas (não é culpa deles) não sentem o problema da imensa maioria de ambulantes, diaristas, ocasionais, particulares, informais, empregados que vivem do dia a dia e que agora ficaram sem renda em decorrência do desligamento compulsório da economia ordenado por prefeitos e governadores

    Não é justo amarrar essas pessoas em diretrizes experimentais, como são a quase totalidade das medidas tomadas contra a pandemia. Bastaria controlar efetivamente a frequência em locais mais procurados — shoppings, bares, restaurantes, lojas — com um suficiente afastamento, sem matar as pessoas de fome

    Tantos despropósitos praticados por governantes despreparados causam mais malefício social do que o próprio vírus, que é algo grave e que precisa ser combatido, mas com competência e com inteligência.

    É claro que, quando ficarem demonstrados todos os equívocos de conduta, para a época atual comparáveis ao tratamento da peste em 1629, talvez, no máximo, pedirão algumas desculpas e dirão que não avaliaram bem as circunstâncias. Mas será impossível consertar todo o estrago feito. 

    A população, obediente e crente, ficará com as máscaras nas mãos.

    16/07/2020 Leia...

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