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Polícia Civil deflagra Operação Placebo contra fraudes em planos de saúde

ClicRDC , revisado por IA - 27/08/2026 09:49 - Visualizações: 30

Polícia Civil deflagra Operação Placebo contra fraudes em planos de saúde

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Placebo para investigar fraudes em planos de saúde, cumprindo mandados em várias cidades.

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quarta-feira (26), a Operação Placebo, que investiga fraudes eletrônicas contra beneficiários de planos de saúde. A ação foi coordenada pela Delegacia de Defraudações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Palhoça e Criciúma, em Santa Catarina, além de São Paulo e Campinas, e no Distrito Federal. A operação contou com apoio das polícias civis de São Paulo e do Distrito Federal e do CIBERLAB, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Os suspeitos entravam em contato com beneficiários pelo WhatsApp, se passando por funcionários do plano de saúde. Utilizavam dados reais das vítimas e informações sobre solicitações de reembolso. Os criminosos alegavam a necessidade de procedimentos para liberar reembolsos, enviando links maliciosos ou solicitando dados pessoais e bancários.

As fraudes envolviam tentativas de obter dinheiro ou acesso às contas das vítimas, resultando em transferências via PIX e contratação fraudulenta de empréstimos. Foram identificadas pelo menos seis vítimas em diferentes localidades de Santa Catarina.

As abordagens fraudulentas ocorreram após as vítimas realizarem solicitações reais de reembolso. A Polícia Civil investiga como os criminosos obtiveram essas informações.

Os mandados foram cumpridos em Palhoça, Criciúma, São Paulo, Campinas e no Distrito Federal. Dispositivos eletrônicos e documentos foram apreendidos para ajudar na identificação dos envolvidos.

A operação busca esclarecer a origem dos dados utilizados pelos suspeitos e identificar outros integrantes do grupo. Os investigados poderão responder por estelionato qualificado, falsa identidade e associação criminosa, entre outras infrações penais.

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