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Polícia Penal apreende Starlink, celulares e drogas em presídios do RJ

ClicRDC , revisado por IA - Rio de Janeiro - 14/08/2026 08:38 - Visualizações: 25

Polícia Penal apreende Starlink, celulares e drogas em presídios do RJ

A Polícia Penal do RJ apreendeu uma miniantena Starlink, celulares e drogas em presídios, visando combater a comunicação de organizações criminosas.

A Polícia Penal do Rio de Janeiro intensificou as ações de fiscalização para impedir a entrada e a circulação de itens proibidos em presídios do estado. O objetivo é dificultar a comunicação de organizações criminosas a partir do sistema penitenciário. Nesta semana, entre os materiais apreendidos, está uma miniantena Starlink, equipamento que permite acesso à internet por satélite. Também foram encontrados drogas e aparelhos celulares em duas unidades prisionais. No Presídio Jonas Lopes de Carvalho, conhecido como Bangu 4, os policiais penais impediram a entrada de uma miniantena Starlink e apreenderam 160 gramas de entorpecente. Já no Presídio Alfredo Tranjan, o Bangu 2, foram encontrados 31 aparelhos de telefone celular e aproximadamente 300 papelotes de cocaína. As ações foram realizadas por policiais penais das coordenações responsáveis por unidades prisionais de alta e média complexidade, vinculadas à Subsecretaria Operacional da Secretaria de Polícia Penal (Seppen). A miniantena seria enviada para o presídio por meio de uma encomenda dos Correios. O equipamento estava escondido dentro de um rádio. O pacote foi aberto na presença do interno que receberia a encomenda, momento em que o policial penal identificou a miniantena. Após a apreensão, o preso foi transferido para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino, o Bangu 1. O interno foi levado para uma cela de isolamento no Bangu 1 após a localização da miniantena. A medida faz parte das ações adotadas pela Secretaria de Polícia Penal para impedir que equipamentos de comunicação e acesso à internet sejam utilizados dentro das unidades prisionais. As fiscalizações buscam reduzir a entrada de materiais que possam facilitar a atuação de organizações criminosas a partir dos presídios. Além de drogas e celulares, equipamentos que permitem acesso à internet podem ser utilizados para comunicação com pessoas fora do sistema penitenciário. Por isso, a Polícia Penal mantém ações sistemáticas de fiscalização nas unidades do estado.

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