ClicRDC , revisado por IA - 20/09/2026 18:17 - Visualizações: 37
A urna eletrônica brasileira completará 30 anos em 2026, substituindo o voto em papel e reduzindo fraudes eleitorais.
A urna eletrônica brasileira completará 30 anos em 2026. Utilizada pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, o sistema foi criado para minimizar problemas e fraudes que ocorriam nas votações com cédulas de papel. Antes da implementação, os resultados das eleições podiam demorar dias ou semanas para serem divulgados, e havia registros de rasuras e manipulações. Entre as fraudes citadas por Giuseppe Janino, um dos criadores da urna eletrônica, estavam o voto formiguinha, a urna emprenhada, a mão mágica, o bico de pena e o mapismo. O voto formiguinha envolvia a troca de cédulas entre eleitores e um fraudador do lado de fora da seção eleitoral. A urna emprenhada consistia em colocar cédulas preenchidas dentro da urna antes do início da votação. A mão mágica ocorria durante a apuração, onde um fraudador poderia alterar cédulas. O bico de pena permitia que votos em branco fossem alterados antes de serem registrados. O mapismo manipulava os resultados em planilhas de papel. Atualmente, a urna eletrônica, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não é conectada à internet durante a votação e utiliza sistemas que passam por inspeção e fiscalização. Os votos são registrados de forma anônima e, ao final da votação, um Boletim de Urna é impresso, registrando os resultados da seção.
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