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PF deflagra operação contra entrada ilegal de eletrônicos no Brasil

ClicRDC , revisado por IA - Rio de Janeiro - 23/09/2026 10:09 - Visualizações: 28

PF deflagra operação contra entrada ilegal de eletrônicos no Brasil

A Polícia Federal deflagrou a Operação Tegmen para investigar a entrada ilegal de eletrônicos no Brasil, cumprindo mandados de busca no Rio de Janeiro.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (23), a Operação Tegmen para investigar um esquema de entrada ilegal de produtos eletrônicos no Brasil. Os envolvidos faziam declarações falsas em remessas postais enviadas à Receita Federal para reduzir ou evitar o pagamento dos impostos de importação. A operação conta com apoio da Receita Federal e dos Correios, cumprindo quatro mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e estabelecimentos comerciais nos bairros da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. A investigação apura um esquema de importação de eletrônicos com informações falsas sobre o conteúdo e o valor das mercadorias. As declarações de importação indicavam que as encomendas continham objetos de pequeno valor, enquanto os produtos transportados eram eletrônicos com valor significativamente superior ao declarado. Ao todo, quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nesta quarta-feira (23). As ordens judiciais são realizadas em imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais localizados nos bairros da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes. A operação busca reunir provas sobre a origem, aquisição, envio, recebimento e comercialização das mercadorias. Os materiais apreendidos poderão contribuir para identificar outros possíveis envolvidos e calcular o valor dos tributos que deixaram de ser pagos em razão das declarações consideradas fraudulentas. Os investigados poderão responder pelo crime de descaminho, relacionado à importação ou exportação de mercadorias sem a devida declaração ou com informações incorretas para evitar o pagamento de tributos. A pena prevista para o crime pode chegar a quatro anos de reclusão. As investigações seguem em andamento.

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